Crônicas do Save

Final Fantasy VII Rebirth

Capítulo 13

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Onde os anjos temem pisar

Vincent encontra a frequência dos Turks

No cais de Costa del Sol, Vincent pede o rádio de Cid. O equipamento é antigo, o que ele considera uma vantagem. Não demora a encontrar as comunicações dos antigos colegas.

Os agentes confirmam coordenadas e a mobilização das tropas. Elena está inquieta com a história de que ninguém volta do templo. Tseng distingue desaparecimento de morte, sem conseguir tornar a missão mais convidativa para ela. A ordem continua sendo chegar antes dos outros.

Vincent identifica a direção: o continente ao norte. Cid garante que consegue levar todos até lá mesmo sem as asas do Tiny Bronco. Yuffie já prevê outra travessia difícil para seu estômago. A perseguição à Shinra volta a ter um caminho.[1]

Quatro guardiões no Mar Central

Antes de desembarcar no continente, os amigos ainda podem concluir desvios pelo mar. Eles são opcionais, assim como os serviços das regiões já descritos. O mapa encontrado no cais permite continuar a história do rei dos piratas.

Quatro locais guardam as partes do tesouro. O grupo precisa navegar entre eles e enfrentar as criaturas que protegem cada baú. Os esconderijos se distribuem entre as costas de Gongaga, Junon e as ilhas do Mar Central.

Reunir as peças permite preparar a Corsair’s Compass. A descoberta ainda vem acompanhada da voz do antigo capitão, que reconhece os vencedores como dignos de seu tesouro. Ele recorda a lealdade de seus companheiros e recomenda que os viajantes também cuidem uns dos outros.

A bússola pode ajudar a encontrar outras riquezas no oceano. Yuffie se entusiasma; Barret prefere lembrar o valor do próprio planeta. Cid entra no espírito da aventura e prepara mais uma saída.[2]

Gilgamesh quer o equipamento de volta

Se as protorrelíquias das seis regiões foram reunidas, a ilha de Gilgamesh oferece a continuação da investigação. O guerreiro recebe os visitantes exigindo suas peças Genji.

O reencontro não começa com a luta prometida. Ao olhar para o estado dos objetos, Gilgamesh se revolta com o desgaste e acusa Cloud e os amigos de não terem cuidado deles. O grupo lembra que já os encontrou assim.

Ele decide que precisam restaurar o equipamento antes do duelo. A tarefa leva a três santuários, onde o fortalecimento das peças depende de novas batalhas. A reclamação sobre roubo agora também virou uma cobrança de manutenção.[3]

Três santuários para restaurar as peças

As provas exigem que o grupo já tenha conquistado as matérias de invocação correspondentes com Chadley. Em cada santuário, duas entidades aparecem juntas.

Titan e Bahamut Arisen formam uma dupla; Phoenix e Kujata, outra; Alexander e Odin guardam a terceira prova. Os amigos enfrentam combinações que exigem suportar forças muito diferentes dividindo o mesmo espaço.

Vencidos os três encontros, o equipamento recupera o brilho que Gilgamesh esperava. O guerreiro declara encerrada a preparação e permite a entrada nos jardins. Depois de fazê-los atravessar regiões e santuários por suas peças, finalmente está disposto a lutar em condições que considera adequadas.[4]

O espadachim também tem um rival

Gilgamesh recupera lembranças de suas viagens entre mundos e da disputa que precisa resolver em outro lugar. Por um instante parece pronto para partir, até recordar que ainda tem uma luta com Cloud.

O duelo ocupa os jardins. O guerreiro usa seu arsenal, multiplica os golpes e procura impor o título de espadachim da lenda. Em meio à exibição, até sua certeza de empunhar a gloriosa Excalibur sofre uma decepção.

Os amigos conseguem vencê-lo. Gilgamesh reconhece a força de Cloud, mas o mercenário não se considera merecedor de um título tão grandioso enquanto não resolver a própria disputa. O guerreiro entende que também há um rival nessa história e espera enfrentá-lo novamente quando a luta estiver resolvida.

Na hora de sair, Gilgamesh tem dificuldade para encontrar a passagem. Chadley usa os dados reunidos para localizar uma fenda. O espadachim agradece, se despede e parte em busca de outros adversários. A pesquisa rende novas possibilidades para Chadley, incluindo a ajuda do próprio Gilgamesh como invocação.[5]

Chadley mostra por que pediu tantos dados

Quem conclui a pesquisa regional pode conhecer outra razão para o trabalho de Chadley. Ele mostra a Cloud o resultado dos dados reunidos sobre o mundo. MAI intervém com o entusiasmo de sempre, relembrando os monstros encontrados pelo caminho.

Chadley chama seu projeto de Ark Library. Quer preservar aquilo que existe, das coisas mais comuns às extraordinárias. A extração de mako, a guerra, as Weapons e Sephiroth fazem com que ele tema pelo futuro do planeta.

Cloud não aceita a destruição como uma conclusão inevitável. Diz que vão salvar aquele mundo. Chadley acredita nele e promete continuar ajudando. O arquivo nasce do medo da perda, mas a conversa termina com o compromisso de lutar para que não se torne o único lugar em que aquelas coisas ainda existam.[6]

A Shinra faz o templo aparecer

Durante a viagem ao norte, Rufus e Hojo conversam no helicóptero. O professor avisa que o templo não é a Terra Prometida. Para ele, a construção é o palco de algo que espera ver acontecer. Rufus também acompanha a operação com interesse.

No solo, os Turks chegam ao ponto indicado e usam a pedra-chave. A paisagem se transforma quando o Templo dos Anciões surge diante deles. Os amigos, ainda no Tiny Bronco, também conseguem ver a construção.

Cid conduz o transporte até a enseada. As ondas castigaram o veículo, e ele precisa verificar o que ainda pode exigir conserto. Vincent fica por perto. Cloud e os outros seguem para a mata, agora com o destino diante dos olhos.[7]

Aerith reconhece a dor daquele lugar

A trilha leva ao templo. Aerith ouve as palavras dos Cetra e sente algo muito diferente da promessa que a Shinra procurava: há tristeza e raiva demais para chamar aquele lugar de paraíso.

As tropas já instalaram sua presença nos acessos. Cloud e os companheiros precisam enfrentar os soldados para avançar, incluindo combatentes de segunda classe de SOLDIER, muito mais perigosos que a guarda comum.

Perto da entrada, encontram corpos de soldados e criaturas. Atravessar a porta não será um privilégio automático por Aerith ser Cetra. Ela tenta se comunicar, mas não consegue oferecer aos amigos a passagem livre que esperavam.

Cid esclarece que não continuará para dentro. Prefere permanecer disponível para levá-los embora. Aerith agradece pelo que fez até ali, e o grupo entra sem ele e Vincent.[8]

Roche está entre os mantos

Rufus e Hojo recebem a confirmação de que a Anciã entrou no templo. A presença de Aerith parece fazer parte do interesse dos dois na operação.

Lá dentro, Cloud encontra Roche vestido como os outros homens de manto. O antigo rival está reduzido à insistência na matéria negra. O homem que fazia entradas barulhentas sobre uma motocicleta já não oferece um duelo nem uma provocação reconhecível.

Tifa percebe que Cloud o conhece, mas o mercenário desvia a atenção para Sephiroth. Acredita que precisam se apressar. Yuffie ainda especula sobre o valor do objeto escondido num lugar tão grande, até Barret pedir silêncio sobre a matéria. Cloud considera mais importante encontrá-la primeiro do que esconder seu nome da Shinra.[9]

Um labirinto em que o chão muda de lugar

O interior desafia o sentido em que os amigos esperavam caminhar. Há pessoas passando por superfícies que, vistas de onde estão, deveriam ser paredes ou teto.

As câmaras do labirinto permitem mudar a orientação da gravidade. Ao atravessá-las, o grupo consegue usar caminhos que pareciam impossíveis, escalar estruturas e alcançar passagens de outro ângulo.

A Shinra enfrenta os mesmos riscos. Soldados despencam por espaços em que a direção da queda muda junto com o caminho. Os amigos seguem pelos corredores e cursos d’água, usando o que conseguem compreender dos mecanismos para avançar.[10]

Os Turks se dividem

Elena continua convencida de que aquela missão pode acabar com a morte dos agentes. Ao receber a notícia da chegada da Avalanche e de Aerith, propõe preparar uma emboscada.

Tseng prefere manter o objetivo: encontrar provas de que estão na Terra Prometida. Divide a busca em duas equipes. Reno seguirá com Rude; Elena ficará com ele.

Reno recebe ainda um aviso para não perder de vista as prioridades. Os agentes avançam pelo mesmo labirinto que os amigos tentam atravessar, sem terem mais controle sobre o lugar só porque fincaram bandeiras da companhia do lado de fora.[11]

O dragão guarda a passagem

Depois de inverter o caminho entre câmaras e atravessar uma queda d’água, os amigos chegam a uma sala marcada pelos confrontos de quem passou antes. Um Red Dragon surge para impedir que avancem.

A gravidade muda outra vez. Cloud e os companheiros precisam lutar num espaço em que até o chão é instável, enquanto o dragão espalha fogo e usa as asas para alcançar novos ângulos de ataque.

As colunas atingidas pelas chamas podem ser derrubadas sobre a criatura. O grupo aproveita a abertura e continua enfrentando sua força, mesmo quando o calor ameaça ocupar a sala inteira.

Conseguem vencer com uma ação conjunta. Há motivo para comemorar a coordenação dos amigos, mas Cloud já está se afastando. Sua pressa pela matéria negra não oferece muito espaço para celebrar a sobrevivência.[12]

A Corrente Vital está furiosa

A próxima área expõe o grupo à força da Corrente Vital. O vento arranca soldados das passagens, e até Barret sente pena de quem é carregado para longe.

Aerith interpreta aquilo como raiva. Os amigos perguntam se consegue explicar àquela presença que não vieram fazer mal. Ela não sabe se será capaz, mas aceita tentar.

A comunicação parece funcionar por um instante. Então as estruturas cedem, e o grupo é separado. Aerith fica com Yuffie e Red; Cloud, Tifa e Barret alcançam outro caminho.

Tifa e Barret querem ir atrás dos companheiros. Cloud insiste que a matéria é a prioridade. Diante do espanto dos dois, lembra que os outros estão com Aerith e sabem se defender. Consegue convencê-los a continuar.[13]

Cloud não aceita uma rendição

Os três atravessam rajadas e estruturas partidas até alcançar uma equipe de SOLDIER que preparava explosivos. A aproximação se transforma em combate.

Depois da derrota, um dos homens pede que não o matem. Cloud responde com a ideia de que a morte seria apenas uma volta para casa e o ataca. Tifa e Barret assistem à violência sem o alívio que deveria acompanhar o fim da ameaça.

Reno e Rude aparecem antes que a tensão diminua. Tifa lembra a dívida do Setor 7, e os agentes também têm suas cobranças. O confronto direto fica para outra hora: os Turks detonam as cargas e deixam os amigos diante de mais um caminho bloqueado.[14]

Yuffie não deixa Aerith desistir

Do outro lado, Aerith acorda com Yuffie e Red preocupados. Quer saber se conseguiu ajudar e se culpa pelo que aconteceu.

Yuffie a encoraja. Era a primeira tentativa; errar não significa que precisa abandonar a próxima. Red se junta ao apoio, e Aerith aceita continuar.

Pequenas luzes da Corrente Vital começam a orientá-la. Aerith entende que podem ensiná-la a se ajustar ao fluxo daquele lugar. Reúne a energia e a conduz aos recipientes do templo.

As estruturas se reorganizam. Caminhos que estavam partidos ganham forma, e o trio pode avançar por uma passagem que não existia antes. Aerith agradece pela ajuda.[15]

Reconstruir exige forças de Aerith

Aerith, Yuffie e Red percorrem salas, enfrentam criaturas e recolhem a energia disponível entre os cristais e os fragmentos deixados pelos combates. Cada recipiente preenchido permite recompor outra parte da construção.

O processo exige que Aerith observe o que falta e distribua a energia entre os diferentes pontos. Não basta caminhar até uma porta aberta; ela precisa ajudar o caminho a existir novamente.

Quando a grande estrutura finalmente se completa, Aerith sente o esforço. Os companheiros percebem seu cansaço e propõem uma pausa. Ela aceita, pedindo apenas que não demorem demais. Ainda querem alcançar Cloud e os outros.[16]

Os dois caminhos continuam ligados

A mudança feita por Aerith alcança a rota de Cloud, Tifa e Barret. O bloqueio deixa de impedi-los, mas os corpos dos soldados dão origem a novas criaturas. Eles precisam vencê-las antes de usar a abertura.

O grupo continua acompanhando os vestígios de Reno e Rude. Outras rajadas arrancam partes das passagens, e um grande bloco ajuda a preencher um dos vãos, preso pela própria força do vento.

Mais adiante, uma estrutura pesada precisa ser derrubada para formar uma travessia. Os amigos enfrentam um Ironclad e aproveitam a luta para soltar o que bloqueava o mecanismo. Conseguem empurrar o peso e fazer a torre cair na posição necessária.

Cloud trata cada obstáculo como algo a destruir para chegar ao objetivo. Tifa e Barret continuam com ele, cada vez mais atentos ao modo como reage.[17]

Uma ajuda curta antes da luta com Reno e Rude

Ao alcançar os Turks, Cloud, Tifa e Barret os encontram combatendo criaturas do templo. Por alguns instantes, os dois grupos enfrentam a mesma ameaça.

A cooperação acaba junto com os monstros. Tifa não esqueceu a placa do Setor 7, e os agentes não vieram fazer as pazes com quem persegue a companhia.

Reno e Rude combinam velocidade, eletricidade e golpes pesados. A parceria entre os dois torna o confronto mais perigoso do que enfrentar apenas um agente.

Durante a luta, parte da estrutura cede. Os amigos conseguem continuar sobre uma plataforma reorganizada no meio do desastre. A batalha prossegue até derrubarem os dois Turks, ainda sem saber quanto devem aquela passagem a Aerith.[18]

Aerith muda o rumo da queda

Enquanto Cloud enfrenta os agentes, Aerith retoma o trabalho com Yuffie e Red. Quer mostrar que pode abrir outro caminho, mas uma parte da energia muda de cor e deixa de responder.

Criaturas estão interferindo no fluxo. O trio precisa alcançar os pontos afetados e derrotá-las antes de tentar novamente. Os recipientes voltam a receber a energia, e Aerith consegue reorganizar mais uma parte do templo.

A alteração chega no momento em que Cloud, Tifa e Barret correm perigo na luta com Reno e Rude. Aerith vê os companheiros e os ajuda a não despencar com a estrutura. Red lembra que ainda precisam encontrar uma rota para alcançá-los.

Desta vez, ela consegue ligar a passagem. O caminho adiante, porém, termina na outra equipe dos Turks.[19]

Elena não quer deixar a Anciã passar

Tseng e Elena encontram Aerith, Yuffie e Red. O chefe ainda considera seguir o objetivo sem perder tempo num confronto, mas Elena reage às provocações de Yuffie e insiste em fazer frente ao trio.

Tseng pede que poupe Aerith. A agente não promete facilidade aos outros. Ele também avisa que tentou evitar o esforço antes de entrar na luta.

Os dois combinam golpes, disparos e mudanças de posição. Aerith e seus companheiros enfrentam uma parceria diferente da que os outros estão combatendo em outro ponto do templo. Precisam vencê-los para continuar.

Quando o resultado se volta contra os agentes, Elena manda Tseng seguir e fica para segurar a passagem. Insiste que não vão ultrapassá-la. O reencontro dos amigos acontece antes que consiga cumprir a ameaça.[20]

Tifa precisa fazer Cloud parar

Cloud, Tifa e Barret chegam pelo alto e se juntam aos outros. Há alívio no reencontro e espaço para Aerith e Tifa comemorarem que todos sobreviveram à separação.

Cloud olha para os Turks caídos de outro jeito. Aproxima-se de Elena com a espada e a mesma ideia de que não há motivo para temer a morte. A agente evita um golpe que poderia ter encerrado sua resistência ali.

Tifa se coloca no caminho de Cloud. Pedir que pare não basta; ela lembra que ainda há um agente à frente deles e que não podem perder tempo. É a urgência do objetivo que consegue fazê-lo desistir.

Os amigos avançam, deixando os três Turks para trás. Reno ainda encontra palavras para rejeitar a ideia de que a morte combine com sua profissão.[21]

Tseng entende o que aquelas paredes defendiam

À frente, Tseng observa o labirinto e as marcas de batalha. Começa a concluir que a construção parece uma fortaleza, feita para impedir alguma coisa de entrar, mais do que um templo preparado para receber visitantes.

Um homem de manto assume a aparência de Sephiroth diante dele. A resposta à pergunta sobre o inimigo dos Cetra vem acompanhada de um golpe de espada: seres humanos, movidos pelo medo e pela cobiça do poder dos Anciões.

Cloud e os companheiros chegam e veem Tseng ferido. Aerith corre para ele. Sephiroth insiste na imagem da morte como retorno para casa e tenta afastar o medo.

Tseng ainda consegue disparar. A figura de Sephiroth dá lugar ao homem de manto outra vez. O confronto termina, mas o ferimento do agente permanece.[22]

Aerith não deixa Tseng sozinho de imediato

Mesmo ferido, Tseng pergunta se Aerith está bem. Ela protesta: quem precisa de cuidado é ele.

O agente ainda quer saber se encontrou a Terra Prometida. Aerith diz que não acredita nisso. Tseng aceita a resposta, e a conversa deixa por alguns instantes de ser apenas sobre a missão. Ela lhe diz que nunca o odiou.

Antes de sair, Tseng explica que o pedestal permite avançar e que só uma Anciã pode usá-lo. Levanta-se com dificuldade e diz ter um relatório para fazer.

Aerith quer saber aonde vai, mas Cloud a chama de volta ao objetivo. Tseng se afasta ferido enquanto a passagem seguinte ainda depende dela.[23]

Cinco portas e um homem que fica esperando

Aerith toca o pedestal e lê a mensagem. O templo exige que os guerreiros olhem para dentro de si, recordem o caminho percorrido e enfrentem o que carregam.

Luzes ligam as portas aos companheiros. Aerith, Tifa, Barret, Yuffie e Red recebem suas próprias passagens. Cloud não é chamado naquele momento.

Ele diz que vai esperar e pede rapidez. Os outros entram sem saber exatamente o que o lugar pretende mostrar. Cada porta leva a uma experiência em que as lembranças voltam a doer.[24]

Nanaki volta a ser um experimento

Red corre por túneis tentando escapar dos homens da Shinra. Os tiros e a perseguição o conduzem à lembrança da captura, longe da liberdade que tinha ao lado dos amigos.

Hojo observa o espécime com entusiasmo. Manda que tenham cuidado ao prendê-lo, interessado no valor de seu corpo e na cor de sua pelagem.

Nanaki tenta resistir. Não consegue impedir que o imobilizem sobre a mesa de laboratório. Para o professor, ele será o décimo terceiro espécime daquela experiência, e a pelagem oferece a outra parte do nome.

Red XIII deixa de ser apenas a forma como o grupo aprendeu a chamá-lo. A prova o faz reviver a marca sendo gravada em seu corpo e o momento em que Hojo tentou transformar uma vida inteira num número.[25]

Tifa reencontra a menina e o incêndio

Tifa vê uma versão pequena de si mesma. Segue a menina até a caixa-d’água de Nibelheim e encontra um instante da infância, com a presença de Cloud ainda ligada à vida que tinham ali.

A lembrança muda. O fogo toma a vila, e Cloud aparece entre as chamas. Tifa volta a procurar o pai, que segue na direção do reator.

Ela tenta fazê-lo parar. Corre atrás dele, atravessa a porta e chega ao lugar em que o encontrou morto. O tempo entre a casa e a montanha deixa de protegê-la da lembrança.

Diante do corpo, sua revolta se volta outra vez contra os monstros, SOLDIER, mako e Shinra. A prova a devolveu ao momento em que tudo aquilo tomou o que tinha de mais próximo.[26]

Yuffie segue os sinais de Sonon

A passagem de Yuffie se transforma num caminho escuro e instável. Ela cai, se agarra às estruturas e procura um lugar para continuar subindo.

Os pontos de luz lembram os cataventos que conheceu com Sonon. A imagem do antigo companheiro aparece adiante, como se ainda pudesse guiá-la. Yuffie segue os sinais e usa o gancho para atravessar os vãos.

Ao alcançar o fim, reencontra a ameaça de Nero. A voz a provoca com a perda de Sonon e a possibilidade de mantê-lo para si.

Yuffie volta à impotência de ter perdido o parceiro em Midgar. Seguiu sua imagem até ali e agora precisa enfrentar a lembrança de quem não conseguiu trazer de volta.[27]

Barret ainda tem os dois braços

Barret entra em Corel com o braço inteiro. Os moradores o recebem bem e falam dos benefícios do reator. Por alguns instantes, encontra uma versão do lugar que poderia ter continuado sendo sua casa.

Myrna está esperando. Percebe que algo o abalou e tenta levá-lo para dentro. Barret mal consegue acreditar que a mulher está diante dele outra vez.

A imagem é substituída pela destruição. O braço volta a faltar, o caminho está em ruínas e ele precisa forçar passagem pelo que restou da vila.

Quando chega a Myrna, ela já não responde. Barret a chama, pede que acorde e implora para não ser abandonado de novo. A felicidade breve da entrada torna a volta àquela perda ainda mais difícil de suportar.[28]

Aerith imagina uma aventura com a mãe

Aerith se encontra num trem, diante da própria infância. A pequena menina viaja com Ifalna, que está fraca e tenta acalmá-la.

As luzes permitem que Aerith transforme o vagão por alguns instantes. A sujeira e o espaço apertado recebem imagens mais vivas, próximas da aventura que a criança gostaria de oferecer à mãe.

A pequena pergunta se poderiam partir para bem longe, para um lugar sem homens de branco nem agulhas. Quer saber se Ifalna melhoraria ali. A mãe responde com o carinho que ainda consegue dar.

O passeio termina antes de chegar a qualquer destino sonhado. Fora do trem, Ifalna já não tem forças para continuar. Aerith decide procurar um médico.[29]

Uma menina pede ajuda e não encontra

Agora a experiência acompanha Aerith ainda criança. Ela tenta falar com as pessoas nos arredores, pede socorro e procura alguém que saiba como ajudar sua mãe.

Recebe indiferença, grosseria e um empurrão. A cidade continua funcionando ao redor de uma menina que não sabe o que fazer para impedir uma morte.

Elmyra a encontra e pergunta se está bem. Aerith quer saber se há um médico por perto. A mulher não conhece aquela parte da cidade, mas se oferece para ajudar na busca.

A menina recusa porque já ficou longe de Ifalna por tempo demais. Volta sem o socorro que prometeu conseguir, tentando alcançar a mãe antes que precise dela de novo.[30]

Ifalna pede um lugar seguro para a filha

Aerith chega a tempo de ouvir a despedida. Ifalna diz que precisa retornar ao planeta e que continuará com ela. A menina não aceita que a aventura termine daquele jeito.

Elmyra vem atrás e encontra as duas. Ifalna usa as forças que restam para pedir que leve Aerith a um lugar seguro.

A criança quer permanecer, mas já não há como fazer a mãe levantar e seguir com ela. Elmyra precisa tirá-la dali. Aerith chama por Ifalna enquanto se afasta.

A prova faz a viajante adulta atravessar outra vez a busca frustrada, o último pedido e a separação. O cuidado de Elmyra começa no mesmo lugar em que a vida ao lado de Ifalna acaba.[31]

Aerith fala do que a morte não apaga

Os cinco voltam ao salão em que Cloud esperou. Aerith procura dizer o que aprendeu ao revisitar aquela perda.

Para ela, o corpo pode desaparecer e o espírito voltar à Corrente Vital, dando origem a outra vida no futuro. Isso não faz a despedida doer menos. Chamar a morte apenas de retorno para casa ignora o sofrimento de quem fica.

Ela fala também da raiva e dos arrependimentos. O passado não pode ser desfeito, mas os amigos ainda podem escolher como seguir. Aerith acredita na força de perdoar e de tentar corrigir o que for possível, sem depender apenas do ódio para continuar.

Cloud pergunta se terminou. Está impaciente e quer avançar. Aerith aceita retomar o caminho, depois de compartilhar algo que os outros acabaram de sentir nas próprias provas.[32]

Sephiroth prepara a prova de Cloud

No corredor seguinte, Cloud deixa de enxergar apenas o templo. Volta ao reator e à destruição ligada aos ataques da Avalanche. Sephiroth o provoca sobre as vidas interrompidas e pergunta se tudo valeu a pena.

As imagens o levam aos companheiros mortos. Ele encontra Biggs e depois a lembrança de Tifa junto de Jessie. Sephiroth usa a falta de lágrimas de Cloud para questionar se sente alguma coisa de verdade.

Acusa o mercenário de ser apenas uma marionete e o incentiva a preencher o vazio com raiva. Cloud avança com a espada, tentando matá-lo. A reação agrada ao homem que procurava atingir.

Quando a percepção do templo retorna, o golpe atingiu outro homem de manto. Cloud insiste que não é como Sephiroth e que nunca será. Tifa procura tranquilizá-lo, embora o grupo tenha acabado de presenciar mais uma crise.[33]

O registro dos Cetra

A descida leva os amigos a uma sala de murais. Aerith se aproxima do registro e vê as imagens ganharem forma. As vozes dos Cetra se dirigem a quem chegou depois de sua época.

O relato fala do fim de seu povo e de quem herdaria a responsabilidade pelo planeta. Depois de vencerem uma calamidade vinda das estrelas, ainda enfrentaram outra tragédia.

Os humanos passaram a temer e cobiçar seu poder. As vozes admitem não saber se essa hostilidade foi plantada pelo antigo inimigo. Mesmo depois da vitória, os Cetra não conseguiram impedir a própria ruína.

O caminho da história continua entre salas e confrontos. As luzes que os orientam também dão forma a criaturas que precisam vencer para seguir ouvindo o registro.[34]

O inimigo aprendeu a usar os rostos dos mortos

Os murais recordam uma ferida aberta nas terras do norte. Muitos foram até lá para tentar curá-la e encontraram uma ameaça capaz de roubar a aparência das pessoas que perderam.

Com os rostos e as vozes de mães, pais, irmãos e irmãs, o invasor semeou discórdia entre os Cetra e também entre os humanos.

Os que morreram lutando voltaram ao planeta. O inimigo não conseguiu fazer o mesmo e acabou num sono profundo. Durante esse silêncio, recebeu o nome de Jenova.

As vozes deixam um aviso sobre a reunião: a malignidade espalhada pode voltar a convergir e ameaçar o planeta. O que os amigos vinham ouvindo dos homens de manto agora também aparece no registro dos antigos defensores daquele lugar.[35]

O que a matéria negra pode chamar

O relato segue para os Gi, vindos de fora do planeta. Sua oração amarga produziu a matéria negra. Os Cetra reconheceram o perigo e a esconderam para impedir que alguém a utilizasse.

A última revelação dá forma ao medo que justificou a construção: a esfera pode convocar um meteoro capaz de romper o céu, devastar a terra e acabar com a vida.

A matéria procurada desde Cosmo Canyon deixa de ser apenas o objeto de um pedido de libertação. Os amigos ouvem o que seu uso pode causar a todos os outros.

Sephiroth entra na conversa dizendo que sobreviverá. Apresenta-se como filho de Jenova e reivindica o domínio que acredita lhe pertencer.[36]

Aerith recusa a eternidade de Sephiroth

Sephiroth fala de um alcance que vai além do planeta: mundos sem o mesmo destino e histórias ainda não escritas. Diz que sua mãe fragmentada e esses mundos voltarão a ser um só.

Aerith relaciona suas palavras à reunião. Ele fala de algo que pretende tornar inteiro e eterno.

Ela o contesta. Não aceita a promessa de uma eternidade produzida por aquela destruição. Sephiroth volta a tratar a ameaça como se ninguém devesse ter medo.

Cloud corre atrás dele, mas a passagem responde com outra criatura. Desta vez, o inimigo não ocupa apenas o caminho: faz parte da própria parede.[37]

As paredes começam a esmagar o grupo

Demon Gate ataca de dentro da estrutura. Suas mãos e seus golpes já seriam perigosos num salão amplo, mas o monstro também puxa as paredes para perto.

A cada avanço, os amigos perdem espaço. Precisam enfrentar as descargas e os destroços enquanto tentam impedir que a sala os esmague.

Outra criatura igual aparece do lado oposto. Agora há dois ataques convergindo sobre o grupo e cada vez menos lugar para escapar.

Cloud e os companheiros conseguem vencer. Barret comemora que continuam vivos, recusando para si a ideia de retorno para casa repetida pelo inimigo. Yuffie se anima com a vitória. Cloud, porém, já está pedindo passagem.[38]

Cloud abre o caminho à força

O mercenário começa a golpear a parede por onde Sephiroth passou. Não espera uma explicação nem outro mecanismo do templo. Continua até romper o bloqueio.

Do outro lado, o altar guarda a esfera negra. Cloud avança com uma determinação que assusta os amigos e ri ao se aproximar do objeto.

Aerith pede que não faça aquilo. O aviso não consegue detê-lo. Ele toma a matéria, e a construção começa a tremer.

Lá fora, Cid vê Cait Sith correndo na direção do templo. O gato atravessa o caminho dos Turks em retirada, decidido a alcançar o grupo antes que o lugar termine de cair.[39]

O altar era uma armadilha

Aerith lê a inscrição e entende o perigo. O templo foi feito para se tornar o túmulo de quem procurasse a destruição do planeta. Retirar a matéria provoca o colapso de toda a construção.

Red propõe devolvê-la ao altar. Barret tenta intervir, mas Cloud se recusa a soltar a esfera.

Aerith explica que o objeto não é a matéria verdadeira que ele pensa ter encontrado. Cloud acredita que está sendo enganado para perder o que considera seu.

Enquanto discutem, o teto e as passagens continuam cedendo. Já não há tempo para convencer o templo a esperar por uma decisão.[40]

Cait oferece uma saída

Cait chega no meio do desmoronamento. Barret ainda quer cobrá-lo pela traição, mas o gato pede que deixe a discussão para depois.

Ele assume o peso do mecanismo que mantém a rota de fuga disponível. Manda que os amigos corram enquanto ainda existe caminho. Aerith se preocupa com quem ficará para trás.

Cait tenta aliviar o medo e insiste para que partam. Vincent aparece com uma saída garantida. O grupo precisa aproveitar o tempo que o gato conseguiu comprar.

Barret e os outros agradecem enquanto se afastam. Cait continua no posto, sustentando a passagem por tempo suficiente para que não precisem escolher entre ficar com ele e alcançar os demais.[41]

A fuga termina sem o primeiro corpo de Cait

Os amigos correm pelos corredores em colapso, seguindo a saída indicada por Vincent. Cloud ainda precisa ser chamado a acompanhar o grupo.

Cait pede que não parem. A estrutura desaba ao redor de quem foge, e o esforço do gato chega ao limite quando os outros já estão perto de sair.

Do lado de fora, os companheiros assistem ao templo desaparecer sobre o lugar em que ele ficou. Por um momento, só podem tentar aceitar o preço da fuga.

Então Cait aparece outra vez, num corpo de reposição. Explica que aquela forma não é a única disponível. Recebe as boas-vindas dos amigos, ainda surpresos com o reaparecimento depois do que acabaram de ver.[42]

Cloud ainda quer a esfera

Cid procura saber se conseguiram o que buscavam. O momento é ruim para uma conversa simples sobre o resultado da visita.

Cloud continua com o objeto do altar e reage quando os amigos tentam afastá-lo dele. A explicação de Aerith não encerrou sua obsessão.

Sephiroth aparece e toma a esfera. Afirma que ela não é apenas uma isca: serve como chave para alcançar sua contraparte verdadeira, escondida entre mundos.

Cloud exige o objeto de volta. A presença de Sephiroth transforma o espaço ao redor, e a ameaça já não fica limitada às ruínas do templo.[43]

Os Whispers tomam o céu

Uma abertura se forma, acompanhada da chegada dos Whispers. A movimentação produz ventos que atingem até o helicóptero em que Rufus e Hojo observavam a operação.

Os homens da Shinra precisam se afastar para não perder a aeronave. No solo, os amigos tentam entender o que acontece entre as sombras.

Estruturas escuras criam um caminho sobre o vazio. Sephiroth chama Cloud, e o mercenário avança sem conseguir se afastar daquela convocação.

A esfera negra reaparece diante dele. Cloud a procura como se não houvesse mais nada que importasse naquele lugar.[44]

Tifa interrompe a entrega

Sephiroth exige que Cloud leve a matéria até ele. O mercenário se levanta para obedecer, enquanto os amigos tentam fazê-lo reagir.

Tifa alcança Cloud e o derruba antes que complete o movimento. A esfera escapa de suas mãos, e Aerith a recolhe.

Ela se recusa a entregá-la. Sephiroth incentiva Cloud a tomar o que não recebe de volta, e a perseguição muda de alvo.

Cloud sai atrás de Aerith. A espada e a urgência que antes voltava contra os inimigos agora ameaçam a amiga que tenta impedir a entrega.[45]

Aerith tenta alcançar o amigo

Aerith se afasta pelo caminho estreito enquanto Cloud insiste em receber a esfera. A voz dele alterna pedidos e uma risada que não combina com o perigo dos companheiros.

Sephiroth continua orientando a perseguição. Aerith não consegue fazê-lo abandonar o objeto, mas para diante dele e procura falar com o amigo que conhece.

Diz que ficará ao seu lado, aconteça o que acontecer. Entrega a matéria. Cloud agradece com uma tranquilidade desconcertante e corre para levá-la a Sephiroth.[46]

Cloud alcança Aerith antes da queda

Depois da entrega, os Whispers se voltam contra Aerith. Cloud a vê em perigo, e lembranças dos momentos que viveram juntos atravessam a confusão.

Ele deixa de avançar atrás da matéria e corre para ajudá-la. Aerith perde o apoio na borda, mas Cloud consegue segurar sua mão.

Os dois ficam presos ao caminho suspenso sobre o vazio. Sephiroth surge acima deles e corta a estrutura em que se sustentavam.

Cloud aproxima Aerith de si enquanto o apoio se desfaz. Os dois caem juntos.[47]

Fontes e notas desta leitura

Reconto em palavras próprias. O limite desta leitura é a queda que encerra o capítulo 13. As lembranças das provas, as acusações de Sephiroth e os registros dos Cetra são apresentados conforme os personagens os vivenciam ou relatam, sem usar explicações posteriores.

O roteiro da wiki foi conferido no Chrome até o início do capítulo seguinte. Nessa versão, as cinco provas têm títulos sem diálogos e o encerramento não está completo. As lacunas foram cotejadas com a gravação do jogo e o guia do capítulo. Os desvios do Mar Central são opcionais, antes da entrada definitiva no templo; não são etapas obrigatórias da viagem.

  1. SourceSpy91, Vincent encontra a frequência dos Turks. Frequência interceptada já na abertura do capítulo 13, embora a montagem de cenas a agrupe com o vídeo anterior. Voltar ao texto.
  2. SourceSpy91, Quatro guardiões no Mar Central. Cotejado com PowerPyx, tesouros piratas. Conclusão opcional do mapa, quatro peças e bússola. Voltar ao texto.
  3. SourceSpy91, Gilgamesh quer o equipamento de volta. Voltar ao texto.
  4. SourceSpy91, Três santuários para restaurar as peças. Pares de invocações e ordem dos santuários cotejados com PowerPyx, inteligência do Mar Central. Voltar ao texto.
  5. SourceSpy91, O espadachim também tem um rival. Voltar ao texto.
  6. SourceSpy91, Chadley mostra por que pediu tantos dados. Conversa condicionada à coleta dos dados solicitados; não é uma visita obrigatória antes do templo. Voltar ao texto.
  7. SourceSpy91, A Shinra faz o templo aparecer. Voltar ao texto.
  8. SourceSpy91, Aerith reconhece a dor daquele lugar. Voltar ao texto.
  9. SourceSpy91, Roche está entre os mantos. Identidade conferida também em plano do personagem no player. Voltar ao texto.
  10. SourceSpy91, Um labirinto em que o chão muda de lugar. Voltar ao texto.
  11. SourceSpy91, Os Turks se dividem. Voltar ao texto.
  12. SourceSpy91, O dragão guarda a passagem. Voltar ao texto.
  13. SourceSpy91, A Corrente Vital está furiosa. Voltar ao texto.
  14. SourceSpy91, Cloud não aceita uma rendição. Voltar ao texto.
  15. SourceSpy91, Yuffie não deixa Aerith desistir. Voltar ao texto.
  16. SourceSpy91, Reconstruir exige forças de Aerith. Voltar ao texto.
  17. SourceSpy91, Os dois caminhos continuam ligados. Voltar ao texto.
  18. SourceSpy91, Uma ajuda curta antes da luta com Reno e Rude. Voltar ao texto.
  19. SourceSpy91, Aerith muda o rumo da queda. Voltar ao texto.
  20. SourceSpy91, Elena não quer deixar a Anciã passar. Voltar ao texto.
  21. SourceSpy91, Tifa precisa fazer Cloud parar. Voltar ao texto.
  22. SourceSpy91, Tseng entende o que aquelas paredes defendiam. Voltar ao texto.
  23. SourceSpy91, Aerith não deixa Tseng sozinho de imediato. Voltar ao texto.
  24. SourceSpy91, Cinco portas e um homem que fica esperando. Voltar ao texto.
  25. SourceSpy91, Nanaki volta a ser um experimento. Prova conferida na gravação; o trecho correspondente da wiki não contém essa sequência de falas. Voltar ao texto.
  26. SourceSpy91, Tifa reencontra a menina e o incêndio. Prova conferida na gravação; o trecho correspondente da wiki não contém essa sequência de falas. Voltar ao texto.
  27. SourceSpy91, Yuffie segue os sinais de Sonon. Prova conferida na gravação; o trecho correspondente da wiki não contém essa sequência de falas. Voltar ao texto.
  28. SourceSpy91, Barret ainda tem os dois braços. Prova conferida na gravação; o trecho correspondente da wiki não contém essa sequência de falas. Voltar ao texto.
  29. SourceSpy91, Aerith imagina uma aventura com a mãe. Prova conferida na gravação; o trecho correspondente da wiki não contém essa sequência de falas. Voltar ao texto.
  30. SourceSpy91, Uma menina pede ajuda e não encontra. Prova conferida na gravação; o trecho correspondente da wiki não contém essa sequência de falas. Voltar ao texto.
  31. SourceSpy91, Ifalna pede um lugar seguro para a filha. Prova conferida na gravação; o trecho correspondente da wiki não contém essa sequência de falas. Voltar ao texto.
  32. SourceSpy91, Aerith fala do que a morte não apaga. Voltar ao texto.
  33. SourceSpy91, Sephiroth prepara a prova de Cloud. Voltar ao texto.
  34. SourceSpy91, O registro dos Cetra. Cotejado com os registros no roteiro e no guia. O relato antigo e as afirmações de Sephiroth permanecem atribuídos a seus emissores. Voltar ao texto.
  35. Final Fantasy Wiki, relato dos Cetra e GameFAQs, corredor dos registros. Voltar ao texto.
  36. SourceSpy91, O que a matéria negra pode chamar. Cotejado com os registros no roteiro e no guia. O relato antigo e as afirmações de Sephiroth permanecem atribuídos a seus emissores. Voltar ao texto.
  37. SourceSpy91, Aerith recusa a eternidade de Sephiroth. Voltar ao texto.
  38. SourceSpy91, As paredes começam a esmagar o grupo. Voltar ao texto.
  39. SourceSpy91, Cloud abre o caminho à força. Voltar ao texto.
  40. SourceSpy91, O altar era uma armadilha. Voltar ao texto.
  41. SourceSpy91, Cait oferece uma saída. Encerramento cotejado com o guia, pois esta parte está ausente do roteiro consultado. Voltar ao texto.
  42. SourceSpy91, A fuga termina sem o primeiro corpo de Cait. Encerramento cotejado com o guia, pois esta parte está ausente do roteiro consultado. Voltar ao texto.
  43. SourceSpy91, Cloud ainda quer a esfera. Encerramento cotejado com o guia, pois esta parte está ausente do roteiro consultado. Voltar ao texto.
  44. SourceSpy91, Os Whispers tomam o céu. Encerramento cotejado com o guia, pois esta parte está ausente do roteiro consultado. Voltar ao texto.
  45. SourceSpy91, Tifa interrompe a entrega. Encerramento cotejado com o guia, pois esta parte está ausente do roteiro consultado. Voltar ao texto.
  46. SourceSpy91, Aerith tenta alcançar o amigo. Encerramento cotejado com o guia, pois esta parte está ausente do roteiro consultado. Voltar ao texto.
  47. SourceSpy91, Cloud alcança Aerith antes da queda. Encerramento cotejado com o guia, pois esta parte está ausente do roteiro consultado. Voltar ao texto.