O vigia do vale
A terra vermelha de Cosmo Canyon
Cid deixa os passageiros numa pista afastada do povoado. Foi até onde conseguiu levá-los. Para o próximo transporte, basta acender outro sinal de fumaça e garantir um espaço em que possa pousar.
Red XIII conhece o caminho e se adianta pela terra avermelhada. As paredes do cânion cercam a trilha, que passa por uma criação de chocobos antes de chegar à comunidade construída entre as rochas. O reencontro que ele esperava desde Gongaga está perto.
É possível parar para conhecer o rancho e explorar a região, mas os amigos podem seguir diretamente até a entrada. Red não demora a atravessar a ponte e anunciar que voltou. A voz sai muito mais animada e jovem do que aquela com que os outros se acostumaram.[1]
Em casa, ele é Nanaki
Os guardas o recebem pelo nome de Nanaki. Estavam preocupados e querem que procure Bugenhagen. Ele dispara para dentro, depois lembra dos companheiros e pede que deixem todos passar. Foram eles que o ajudaram a voltar.
Barret imita o cumprimento empolgado, ainda tentando entender o que aconteceu com a voz do amigo. Os guardas também têm uma verificação a fazer. A Shinra distribuiu cartazes dos responsáveis pelos ataques aos reatores, com rostos que lembram muito os dos visitantes.
A semelhança não impede a entrada. A palavra de Nanaki tem valor ali, e os homens preferem recebê-los como amigos da comunidade. Cosmo Canyon é um lugar dedicado ao estudo do planeta. Depois da recepção armada em Gongaga, conseguir entrar sem outra luta já ajuda bastante.[2]
O amigo que pretende ficar
Mais acima, Nanaki explica o que aquele lugar significa para ele. Nasceu e cresceu no vale. Estava destinado a se tornar um de seus vigias, até ser capturado pela Shinra. Agora que voltou e considera paga a dívida com os amigos, pretende ficar para proteger sua casa.
Aerith diz que sentirão sua falta. A despedida é mais difícil de sustentar quando precisa ouvi-la. Nanaki insiste que tem um dever, mas admite outra coisa: adotou o jeito de falar de alguém mais velho porque queria ser tratado como um igual, e não como um cachorro.
Bugenhagen o chama, e a compostura desaparece outra vez. Nanaki corre para o reencontro. Os amigos ficam sem saber se aquilo foi uma despedida definitiva, mas ainda têm o próprio motivo para estar ali. Vieram procurar respostas sobre o planeta e o que Tifa viu no reator.[3]
A casa de Bugenhagen
Nanaki apresenta os viajantes ao estudioso que o criou. Bugenhagen agradece pelos cuidados com o rapaz e se apresenta como professor de planetologia. Nanaki garante que não há assunto sobre o mundo que ele desconheça.
O elogio não o protege da provocação seguinte. Para Bugenhagen, continua sendo uma criança. Nanaki protesta que tem quarenta e oito anos. A espécie dele vive muito mais do que os humanos; o estudioso compara sua idade à de um adolescente de quinze ou dezesseis. A surpresa dos visitantes não melhora o humor de quem queria parecer experiente.
Antes de dispensá-lo para cumprimentar os moradores, Bugenhagen ouve outra reclamação: Nanaki quer ser um vigia melhor do que o pai, a quem considera um inútil. O assunto fica em aberto enquanto o anfitrião convida Cloud, Tifa e Aerith para conhecer o observatório.
Há livros acumulados, matérias naturais, modelos dos corpos celestes e aparelhos para medir e registrar fenômenos. O visitante pode examinar os instrumentos, ouvir as explicações e subir até o telescópio. Bugenhagen tem trabalho de uma vida inteira espalhado pelos andares.[4]
Uma voz que Tifa reconhece
Um dos aparelhos emite o som que os amigos ouviram em Corel e Gongaga. Bugenhagen o apresenta como o lamento do planeta, registrado por um instrumento capaz de escutar o que vem das profundezas.
Tifa discorda da identificação. É a voz de uma Weapon. Ela e os outros viram duas dessas criaturas nos reatores, de perto o suficiente para reconhecer o rugido.
O relato não convence o estudioso. Ele trata a afirmação como um possível delírio causado por exposição ao mako e recomenda que procurem um médico. Tifa tenta continuar, mas recebe uma lição sobre a falta de conhecimentos básicos dos três.
Bugenhagen decide levá-los ao planetário. Cloud, Aerith e Tifa o acompanham, ainda sem conseguir fazer com que ele aceite a experiência que vieram compartilhar.[5]
O mundo dentro do planetário
A sala se transforma numa projeção do espaço. Bugenhagen conta que desenvolveu aquele modelo; o edifício da Shinra possui uma versão posterior da mesma ideia. As imagens envolvem os visitantes enquanto ele explica o ciclo da vida.
Corpos e espíritos retornam ao planeta. A energia das vidas que terminam se reúne na Corrente Vital e participa do nascimento de outras. O fluxo que atravessa o mundo guarda aquilo que existiu e sustenta o que ainda pode nascer.
Segundo Bugenhagen, a extração de mako interrompe esse ciclo. A energia espiritual processada para alimentar máquinas é consumida e deixa de cumprir seu papel. Se a reserva acabar, o planeta e a vida que depende dele não conseguem continuar.
Tifa pergunta se a energia usada poderia voltar à Corrente Vital de outra forma. Ele novamente considera que falta estudo à visitante e manda que a acompanhem até um seminário. Aerith decide ir junto. Cloud fica com uma pergunta mais direta: o que podem fazer para impedir que tudo acabe?[6]
Tifa tenta encontrar as palavras
Bugenhagen reage mal à cobrança de Cloud, mas logo se corrige. Reconhece que está preso a ideias antigas e que o mundo muda mais depressa do que consegue acompanhar. Talvez já não seja a melhor pessoa para imaginar um caminho novo.
No seminário, Tifa tenta explicar a própria passagem pela Corrente Vital. Fala da beleza, do acolhimento e das lembranças que recuperou, mas também da luta que viu acontecendo lá dentro. Quer que os ouvintes entendam que existe uma ameaça e que precisam agir.
As palavras não saem como gostaria. Tifa teme parecer que está atacando a planetologia ou tentando assustar as pessoas. Acaba interrompendo a explicação, frustrada por não conseguir transmitir a experiência.
O responsável pela reunião diz que ela pode tentar outra vez e recomenda que continue questionando as próprias crenças. Depois encerra o encontro: está na hora do festival do Rio de Luzes. Os visitantes são convidados a participar.[7]
Conversas ao redor da fogueira
Os amigos se encontram perto da grande chama do vale. As conversas dependem das respostas de Cloud. Nanaki recorda o tempo em que ficava ali com a mãe e o pai, depois tenta encerrar o assunto. Cloud pode ouvi-lo ou insistir de um jeito que rende uma aula sobre boas maneiras.
Yuffie não aceita facilmente a ideia de voltar ao planeta depois da morte. Quer provas antes de acreditar. Barret, por sua vez, está irritado com a conversa que teve com uma mentora. Ela considera presunção imaginar que alguém possa salvar o mundo e diz que o planeta decide o próprio destino. Ele não quer ficar sentado enquanto as pessoas sofrem.
Tifa pergunta como se saiu no seminário. Cloud pode encorajá-la ou responder com menos tato. Ela queria que todos entendessem, não apenas os amigos.
Aerith ainda precisa falar aos presentes. Quando chega sua vez, o assunto deixa de ser apenas o que os visitantes esperam aprender em Cosmo Canyon.[8]
Aerith fala de si
Aerith se apresenta como uma Cetra, uma descendente dos Antigos. Durante boa parte da vida, essa herança foi motivo de dor. Foi mantida presa, vigiada, ignorada e tratada como alguém que nunca poderia ter uma vida comum.
Mesmo quando parecia haver uma oportunidade de felicidade, alguma coisa a lembrava da diferença. Ser a última Cetra não era uma distinção que pudesse guardar de lado e esquecer.
Ela olha para os amigos. Cloud pode incentivá-la a continuar. Aerith então fala das pessoas que essa mesma história trouxe para perto: companheiros que a protegem, de quem gosta e com quem finalmente consegue se sentir feliz.
Agora quer retribuir o cuidado e fazer o melhor com o que recebeu. O público aplaude. As luzes do festival sobem ao redor da fogueira, e os amigos permanecem juntos durante a cerimônia. Mais tarde, Aerith brinca com o próprio discurso, mas deixa claro que quis dizer cada palavra.[9]
A porta que deveria continuar fechada
Bugenhagen procura Nanaki e pede que todos o acompanhem. Há algo importante para mostrar. O caminho termina diante de uma entrada selada pelo próprio estudioso, que agora pretende abri-la.
Nanaki terá de passar por uma prova para se tornar vigia do vale. A caverna guarda a história de Cosmo Canyon e de seus antigos inimigos, os Gi. Bugenhagen quer que o rapaz conheça o que está por trás do dever que deseja assumir.
Ao entrar, informa que apenas Nanaki e um observador poderão prosseguir com ele. Cloud se oferece, mas a escolha recai sobre Barret. Os dois companheiros da travessia pelas minas voltam a depender um do outro.
Barret não recebe a nomeação com entusiasmo. Nanaki poderia ao menos fingir que não o detesta. Ainda assim, seguem juntos para o fundo da caverna, enquanto os outros aguardam o resultado.[10]
O primeiro vestígio dos Gi
Nanaki usa a agilidade para subir paredes e atravessar trechos que Barret precisa contornar por rotas mais lentas. Encontram monstros entre os escombros, mas também estátuas e objetos deixados por quem ocupou aquele lugar muito antes deles.
Bugenhagen pede que procurem uma relíquia capaz de abrir o caminho. Nanaki examina os objetos até encontrar a pequena estátua vermelha de que precisam. A busca também pode revelar outros artefatos, sem exigir que recolham todos para continuar.
Um espectro Gi desperta. Nanaki o enfrenta com Barret e chama de patética aquela existência sustentada pelo rancor. Bugenhagen o repreende: não deve diminuir o inimigo nem tratar seu sofrimento como se não importasse.
A estátua precisa ser levada adiante com cuidado. Para o professor, entender a história da caverna é tão importante quanto conseguir vencer as criaturas que vivem nela.[11]
Os altares e as lembranças enterradas
A passagem seguinte leva a um conjunto de altares. Nanaki precisa devolver as estátuas aos lugares correspondentes. Uma delas já está ali, outra veio com ele, e as restantes precisam ser encontradas nas redondezas.
Barret ajuda no percurso, embora nem sempre consiga acompanhar os saltos e as escaladas. Em alguns trechos, Nanaki precisa buscar os objetos sozinho e voltar ao companheiro depois de enfrentar os guardiões.
Conforme as peças retornam, as vozes dos Gi falam da raiva e da tristeza que carregam. Bugenhagen explica que a história do vale está ligada à daquele povo há muito tempo. A estrutura foi feita para contê-los, mas não consegue responder a todas as perguntas sobre o que aconteceu depois.
Nanaki continua pensando na mãe, morta no ataque ao vale, e no pai que acredita ter fugido. O professor insiste que a prova também serve para fazê-lo compreender a si mesmo.[12]
Três portões para atravessar
Mais fundo, o caminho passa por grandes portões presos por correntes. Nanaki e Barret precisam abrir as estruturas, improvisar apoios e atravessar os espaços entre as plataformas.
Os Gi se manifestam como guerreiros, arqueiros e conjuradores. As armas carregam o risco de petrificação, e alguns inimigos conseguem restaurar os companheiros derrotados. A dupla precisa resistir a mais de um confronto para alcançar o fim.
Nanaki se surpreende ao saber que uma das construções permitia aos Cetra conversar com os Gi. Para ele, os dois povos eram inimigos. Bugenhagen lembra que as relações mudam e que não se pode dividir toda a história entre aliados bons e adversários maus.
O terceiro portão fica para trás. Resta enfrentar a presença que guarda a última parte da prova.[13]
Gi Nattak não deixa passar
Uma manifestação maior dos Gi se ergue diante dos dois. Bugenhagen avisa que não a subestimem. Nanaki e Barret enfrentam Gi Nattak, que ataca de perto, drena energia e invoca chamas espirituais pela área.
As chamas podem ocupar as estátuas e lançar maldições sobre os combatentes. A luta se torna ainda mais urgente quando Gi Nattak impõe uma contagem regressiva. Se não conseguirem detê-lo a tempo, os dois morrem ali.
Nanaki e Barret vencem. O rapaz quer saber se passou na prova, mas Bugenhagen diz que a decisão não cabe apenas a ele. Ainda precisam consultar alguém.
A passagem se abre para um ponto mais alto da caverna. À frente, recortada contra o céu, uma figura permanece imóvel sob as flechas que a atingiram.[14]
O vigia que nunca abandonou o vale
Bugenhagen apresenta o guerreiro que protegeu Cosmo Canyon. Ele lutou até oferecer a própria vida e continua vigiando o lugar. Nanaki reconhece a figura: é Seto, seu pai.
As flechas envenenadas dos Gi transformaram seu corpo em pedra. Ele não fugiu. Permaneceu naquela passagem para impedir que os invasores alcançassem o vale.
Nanaki pergunta pela mãe. Ela sabia a verdade? Bugenhagen confirma. Os dois pais pediram que selasse a caverna. Se o filho soubesse onde Seto estava, tentaria procurá-lo sozinho, quando ainda era pequeno demais para enfrentar o caminho.
A proteção do vale importava, mas o que mais queriam proteger era Nanaki. A mãe não contou para mantê-lo vivo. O filho que cresceu chamando o pai de covarde agora está diante da prova do sacrifício que não conhecia.
Nanaki chora. Bugenhagen diz que se tornou um guerreiro capaz de chegar até ali e entender a história. Foi por isso que o trouxe.[15]
Bugenhagen pede que ele vá embora
Nanaki quer ficar e proteger o vale, como o pai. Bugenhagen faz o pedido contrário: ele deve continuar viajando com os amigos.
O estudioso reconhece que desprezou os avisos dos visitantes por acreditar que já conhecia todas as possibilidades. Seus anos de experiência também o deixaram resistente ao que ainda não conseguia explicar. Não quer transformar essa limitação numa prisão para o filho que criou.
Pede que Nanaki use os próprios olhos e ouvidos para conhecer o mundo e procurar respostas. Para dar ao rapaz um motivo de voltar, declara que ele ainda não passou na prova e precisa continuar o treinamento.
Nanaki aceita. Agora se apresenta com orgulho como filho de Seto, protetor do vale. Lágrimas descem do rosto petrificado do pai. O filho ergue a cabeça e uiva. Barret tenta esconder o próprio choro atrás dos óculos.[16]
Um convite vindo do antigo inimigo
A despedida é interrompida por uma névoa vermelha. Gi Nattak aparece novamente e se dirige a Seto com respeito. Pede que o escute mais uma vez e agradece pela oportunidade de falar.
Depois chama Nanaki e a Cetra que está com os viajantes. Quer levá-los à terra de seu povo. Os amigos estão reunidos de novo e decidem acompanhar a visita. Barret brinca com o antigo preço dos serviços de Cloud, mas o mercenário diz que desta vez não vai cobrar.
Cloud vê Sephiroth indicando o caminho. Os outros não participam da aparição. Seguem por uma passagem até um barco, onde Gi Nattak os espera.
Yuffie só se interessa de verdade quando ouve que os Gi também procuram uma matéria. Entra depressa, esquecendo por um momento o que costuma acontecer com seu estômago em qualquer transporte.[17]
O rio entre os dois lugares
Nanaki promete ao pai que voltará e embarca com os amigos. Yuffie logo se arrepende da pressa. Red sugere acompanhar o balanço do barco, e ela explica que sua intenção é justamente se mexer menos.
Gi Nattak manda que falem baixo. Segundo ele, o planeta pode escutar, e o que chega ao planeta acaba chegando aos Cetra. Sua opinião sobre esse povo é carregada de ressentimento.
Aerith pergunta se ele também a considera intolerante. O guia responde que ela pertence aos Cetra pelo sangue, mas não conhece a história dos antepassados. Trata essa ignorância como uma sorte, porque o passado que recorda é feito de sofrimento.
O barco continua. Antes de alcançar o destino, a história volta a Midgar e ao encontro que Zack finalmente conseguiu ter com Biggs.[18]
O vento que Biggs não consegue explicar
Biggs conta como acreditou que estava morrendo no pilar do Setor 7. Ferido, viu tudo escurecer. Então veio um vento tão forte que parecia arrancá-lo do próprio corpo. Sua lembrança seguinte é a de acordar no orfanato, sem saber quem o levou até lá.
Zack reconhece a semelhança com a própria sobrevivência. Estava cercado por um exército e sentia os disparos quando o vento surgiu. Num instante havia soldados por toda parte; no seguinte, não restava ninguém.
As lembranças dos dois deixam perguntas sobre como chegaram àquele momento. Eles não conseguem organizar com segurança tudo o que aconteceu entre o perigo e o reencontro. Biggs se pergunta por que foi poupado quando os outros não tiveram a mesma chance.
Zack tenta impedir que se afunde nessa pergunta. Biggs, porém, precisa encontrar alguma utilidade para a vida que recuperou. Pede que o acompanhe pelas ruas do Setor 5.[19]
Uma convocação sem voluntários
Biggs mostra um cartaz de recrutamento para a Avalanche. O texto acusa a Shinra de ter provocado a queda da placa e chama os moradores para lutar. Zack considera a convocação uma armadilha pronta: a companhia pode aparecer e matar quem atender ao chamado.
Biggs sabe do risco. Diz que precisa justamente de pessoas dispostas a correr esse tipo de perigo. Os dois vão ao terreno indicado, mas não encontram uma multidão de voluntários. Não encontram ninguém.
Kyrie aparece só para zombar da ideia. Não pretende entrar na Avalanche e acha o cartaz uma estupidez. Vai embora deixando Biggs ainda mais desanimado.
Ele sente que não serve para liderar e que talvez tenha imaginado um propósito que não existe. Zack o chama antes que se afaste. Não acha que devam esperar o destino entregar uma tarefa pronta; precisam decidir o que querem fazer e continuar agarrados ao que importa. Biggs agradece e promete visitar Cloud quando puder.[20]
A promessa ainda não devolve o pai
Zack volta à casa de Aerith e conta a Marlene que encontrou Biggs. Ele prometeu visitá-los. A notícia anima a menina, que logo pergunta se também houve alguma informação sobre o pai ou Tifa.
Zack admite que esqueceu de perguntar. Elmyra tenta consolar Marlene com a promessa de um reencontro e pede que ele vá ver Aerith.
No quarto, ela continua sem responder. Zack pergunta se foi Aerith quem trouxe o vento que o salvou. É uma suspeita, não uma resposta recebida dela. Segura sua mão e continua tentando alcançá-la.
No barco dos Gi, Aerith está com a mão na água. Reage surpresa e a retira, mas a chegada interrompe o momento. Gi Nattak anuncia que alcançaram a vila de seu povo.[21]
Os que não conseguem voltar ao planeta
Os Gi recebem os visitantes como filhos do planeta. Seus corpos se foram, mas os espíritos permanecem presos às figuras e construções daquele lugar. Gi Nattak pede que os escutem. Faz muito tempo que não encontram alguém disposto a ouvir.
Aerith e Tifa começam a compreender a diferença: os Gi não nasceram da Corrente Vital e, por isso, não conseguem retornar a ela. Segundo o guia, o planeta os rejeitou tanto em vida quanto depois da morte.
Yuffie se impressiona com a ideia de serem invencíveis. Cait lembra que ficar preso como espírito, sem descanso e sem uma saída, pode ser pior do que morrer. A conversa rende uma pergunta sobre ele próprio: Yuffie quer saber se o gato pode ser considerado vivo. Cait devolve a provocação sem explicar sua natureza.
Os amigos continuam pela vila, enfrentando manifestações dos Gi entre um encontro e outro. O pedido que escutam se repete: querem que a matéria volte para eles.[22]
A matéria feita de um desejo
Gi Nattak relata o que seu povo fez para tentar escapar. Tomaram uma matéria sagrada do planeta e depositaram nela o desejo de deixar de existir. Durante muito tempo, concentraram naquele objeto a dor, o rancor e a esperança de um fim.
A matéria se transformou. Quando começou a reagir, os Gi acreditaram que finalmente tinham encontrado uma saída para a existência sem descanso.
Segundo o guia, os Cetra invadiram suas terras e levaram o objeto antes que pudessem usá-lo. A matéria negra seria a chave para libertá-los. O que os Gi chamam de salvação também desperta o receio dos visitantes.
Barret desconfia do que podem fazer ao planeta se acreditarem que ele é a causa de todo o sofrimento. Cloud vê outra aparição de Sephiroth e conclui que não podem simplesmente devolver uma força tão perigosa. Por enquanto, decidem ouvir e continuar a visita.[23]
O lugar em que os Cetra a guardaram
Gi Nattak pede que Aerith repare o que considera um crime dos antepassados dela. Cloud pergunta onde está a matéria. A resposta aponta para um lugar importante para os Cetra, descrito como um local de culto.
Cait pensa num templo e acredita que pode descobrir sua localização. Gi Nattak demonstra desconfiança do pequeno acompanhante, a quem chama de vazio. Cloud intervém para dizer que podem confiar nele, apesar das esquisitices.
A conversa é interrompida. O guia avisa que foram descobertos, sem esclarecer por quem. Antes que os visitantes sejam levados de volta, repete o pedido: só eles podem encerrar o tormento dos Gi.
O grupo reaparece na caverna, perto de Seto. Nanaki promete que ainda fará o pai se orgulhar e se prepara para continuar a viagem.[24]
Um terminal que virou outra coisa
Um assistente de Bugenhagen encontra os viajantes e mostra o caminho até o elevador. Os amigos discutem o interesse de Sephiroth pela matéria negra. Cloud viu sua presença no percurso, e os outros consideram que ele também pode estar atrás do objeto.
Na superfície, Cait procura um terminal da Shinra. Acredita que conseguiria usar a rede da companhia para localizar o lugar citado pelos Gi. Bugenhagen lembra que havia um equipamento desses no vale, mas o desmontou e adaptou para outra função. O terminal agora serve a um moinho.
O professor também corrige a ideia de um templo no sentido religioso. Os Cetra não cultuavam deuses daquela forma. Existem relatos de um local importante para eles, cuidadosamente escondido, mas ele não sabe dizer onde fica.
Recomenda atenção, aceita que ainda há descobertas a fazer e pede que compartilhem o que encontrarem quando voltarem.[25]
Um homem de manto diz Nibelheim
A notícia de outro visitante interrompe a procura pelo terminal. Há um homem de manto preto caído perto da entrada. Nanaki o examina: está fraco, mas não parece sofrer da intoxicação por mako que ele conhece.
O homem murmura o nome de Nibelheim. Cloud e Tifa ficam diante da possibilidade de voltar à terra natal. Cait se anima com a chance de encontrar um terminal ali, e os dois precisam lembrá-lo de que a cidade que conheceram foi destruída.
Mesmo assim, decidem ir. Cait promete provar que está do lado deles. Sem uma estrada que os leve até lá, a solução é procurar Cid e viajar outra vez pelo ar.
Antes do voo, ficam disponíveis outros encontros no vale. Os serviços a seguir são opcionais; o grupo pode partir sem realizá-los.[26]
Aponi precisa continuar voando
No rancho, Kamaria conta que preparou circuitos de treino para a filha, Shani. A jovem era uma jóquei de chocobos, mas sofreu um acidente numa corrida e não voltou a montar. A mãe não quer que as instalações fiquem abandonadas e convida os visitantes a usá-las.
Para participar, Cloud precisa de uma ave capaz de planar. Aponi, que vive na região, permite atravessar os espaços abertos do cânion e experimentar os percursos de argolas. Esse pedido já pode começar na primeira passagem pelo rancho.
Yuffie se entusiasma. Shani, ao perceber o que estão fazendo, protesta que trará Aponi de volta, mas continua acompanhando os treinos. Critica a maneira como os visitantes montam e insiste que ninguém consegue conduzir bem um chocobo sem criar uma ligação com ele.
A provocação para que demonstre como se faz não a ajuda. Shani vai embora, e Aponi a segue. O problema não se resume a ter medo de cair outra vez.[27]
O medo de machucar quem tentou salvá-la
Shani explica o que aconteceu. Na corrida, ficou pensando no prêmio antes da hora. Perdeu a atenção, colidiu com outro chocobo e caiu. Aponi se colocou entre ela e as outras aves para protegê-la, acabando ferida.
A jovem não suporta a possibilidade de machucá-la de novo. Depois de completar os percursos, Cloud participa de uma conversa em que dá voz ao que a ave parece querer dizer: podem aprender com o acidente e voltar a correr quando estiverem recuperadas.
Shani aceita cuidar da própria recuperação. Até poder montar de novo, pede que os amigos deem a Aponi o exercício de que precisa. Kamaria fica aliviada ao ouvir que a filha não pretende desistir.
A jovem ainda avisa que vencerá os visitantes quando estiver pronta. Yuffie não recusa a futura disputa. Aponi pode continuar acompanhando o grupo pela região.[28]
O que Caesar procura no céu
Caesar, um dos estudiosos do vale, pede fotografias de fenômenos celestes. Explica sua crença de que os cometas são sinais de vitórias do planeta diante de grandes ameaças. Sem conseguir observar esses sinais dali, quer conferir pontos mais afastados.
Cloud e Aerith podem visitar os locais indicados, enfrentar os monstros e registrar o céu. Durante a tarefa, há espaço para uma fotografia mais pessoal. Se Cloud a fotografa, Aerith percebe e propõe que tirem uma foto juntos.
Com os registros entregues, Caesar encontra mais sinais do que esperava e interpreta a descoberta com entusiasmo. Os dois, porém, não recebem uma garantia de que tudo está resolvido. É a leitura do estudioso sobre aquelas imagens.
Aerith diz que pediu às estrelas que os protejam. Cloud percebe uma expressão diferente no rosto dela e pergunta, mas ela não explica. A conversa termina antes que consiga entender o que a preocupou.[29]
Bugenhagen volta ao trabalho de campo
Outra visita ao observatório encontra Bugenhagen procurando os instrumentos para uma pesquisa. As informações recentes sobre as fontes da região o incomodam. Nanaki e Cloud oferecem ajuda, embora ele não goste de ser tratado como alguém velho demais para sair.
O professor entrega registros anteriores e um aparelho de medição. Quer comparar os dados com o estado atual das fontes. Apesar de aceitar que os outros façam o esforço, aparece pessoalmente para observar os resultados.
Em alguns pontos, a atividade quase desapareceu. Em outros, os valores variam de forma brusca. Os amigos precisam defender os acessos de monstros e continuar até o último local. Também encontram Whispers durante a pesquisa.
Bugenhagen tenta adiar uma conclusão enquanto ainda há lugares para visitar. Depois do confronto final, já não consegue tratar aquelas mudanças como parte da rotina que conhecia.[30]
O professor admite o próprio medo
As fontes não costumam perder tanta força em tão pouco tempo. Bugenhagen reconhece que há uma transformação enorme acontecendo, embora ainda não saiba explicar sua origem.
Confessa que conhecia as Weapons por histórias e relatos dos Cetra. Preferia considerá-las alegorias. A presença real dessas criaturas significaria que o planeta estava numa crise profunda, e admitir isso o assustava.
Foi por medo que rejeitou o que os visitantes contaram. Pede desculpas pela maneira como os recebeu e aceita que precisa continuar aprendendo. Nanaki pode conversar com ele sobre o que viram, sem obter uma solução definitiva para todas as perguntas.
A pesquisa termina com a promessa de compartilhar novas descobertas. Antes que possam se despedir, chega uma notícia: espectros Gi foram vistos fora da caverna.[31]
A promessa que Nanaki quer cumprir
Depois da pesquisa das fontes, o grupo pode investigar os Gi avistados perto do vale. A equipe de observação conseguiu escapar, mas deixou um veículo para trás. Nanaki segue os espectros e encontra mais criaturas pelo caminho.
Os Gi o confundem com Seto. Primeiro o acusam de tê-los abandonado; depois voltam a pedir a matéria negra. Nanaki insiste que é o filho do guerreiro e quer saber o que aconteceu entre eles e o pai.
Os espíritos contam que Seto tentou negociar o fim dos ataques. Sua coragem os convenceu a confiar nele, mas a demora em trazer a matéria foi entendida como traição. Atiraram as flechas, e ele suportou a transformação sem deixar a passagem desprotegida.
Nanaki promete procurar uma forma de libertá-los e pede que aguardem na caverna. Aos amigos, explica que não pretende entregar uma matéria perigosa. Quer encontrar outra resposta para o sofrimento dos Gi e cumprir a parte da promessa que possa trazer paz sem ferir os demais. Bugenhagen ouve e o reconhece como alguém disposto a agir como um vigia.[32]
Três conhecidos de Yuffie entre as ruínas
A investigação da protorrelíquia também é opcional. Seguindo a pesquisa de Chadley, os amigos encontram Nayo, Polk e Billy Bob, integrantes da Avalanche que ajudaram Yuffie em Midgar. O reencontro traz alegria e perguntas difíceis, inclusive sobre Sonon.
Os três tentam restaurar antigas estruturas ligadas às fontes de energia da região. Barret quer saber de Wedge. Eles estavam no edifício Shinra e podem contar o que aconteceu ao amigo.
Polk recorda a mobilização depois da queda da placa. A sede da Avalanche reuniu voluntários para invadir a companhia e impedir outra tragédia. Wedge viajou no mesmo veículo que ele e entrou na operação preocupado com os amigos que já estavam lá dentro.
Barret e Tifa escutam um relato que ainda não tinham recebido de quem participou daquela tentativa de resgate.[33]
O que restou da tentativa de Wedge
Wedge tentou ajudar os invasores a avançar pelo edifício e avisar os companheiros para que ninguém se machucasse por engano. A operação encontrou resistência e não seguiu o plano dos voluntários.
O relato e as lembranças confirmam sua morte naquela invasão. Os Whispers o lançaram para fora do edifício. Os amigos da Avalanche não conseguiram trazê-lo de volta.
Barret pensa ouvir a voz de Wedge. Nanaki lembra que os mortos retornam à Corrente Vital, embora não possa afirmar o que o amigo escutou naquele instante. Nayo, Polk e Billy Bob explicam que querem preservar aquelas estruturas também em respeito a quem voltou ao planeta.
Tifa propõe que ajudem. Barret deixa de lado por enquanto suas divergências com a sede da Avalanche. Restaurar as fontes é um trabalho em que todos podem colaborar.[34]
Robôs para alcançar o que ninguém consegue tocar
O mako acumulado impede os três de se aproximar das estruturas para consertá-las. Tinham preparado uma máquina para realizar o serviço à distância, mas o equipamento já não responde bem.
Chadley oferece ajuda. Com adaptações e novas instruções, os robôs conseguem enfrentar as criaturas que tomaram os locais e permitir que as fontes sejam reparadas. O trabalho acontece em quatro instalações, com atualizações entre uma e outra.
Os pesquisadores da Avalanche acompanham o grupo. Encontram informações sobre construções dos Cetra e um objeto que teria sido guardado ali. Chadley reconhece a assinatura de uma protorrelíquia, mas ainda precisa completar a investigação.
Entre os reparos, Barret e Tifa voltam às lembranças de quando viajar para Cosmo Canyon era apenas uma ideia discutida no Sétimo Paraíso.[35]
O drinque que deu origem à viagem
Na lembrança, Jessie, Biggs e Wedge experimentam receitas preparadas por Tifa. Wedge aparece com sal de Cosmo Canyon, convencido de que o ingrediente vai melhorar o drinque que leva o nome do lugar.
A mudança agrada. A quantidade de sal é pequena, e a conversa vira uma proposta de viagem: todos poderiam conhecer o vale e trazer mais. Barret começa reclamando dos custos, mas termina incluído no plano.
Outras lembranças mostram Wedge se cobrando por achar que não ajudava o suficiente. Os amigos o contradizem. Tifa e Barret sabem que ele trabalhava e tentava fazer mais, mesmo quando não enxergava o próprio valor.
Ao terminar os reparos, encontram uma lembrança deixada por ele. Nayo, Polk e Billy Bob perguntam se poderiam acompanhar a equipe. Barret os recusa com uma resposta dura, depois explica que têm um caminho próprio a seguir. A conversa com Tifa também muda: não quer esquecer os amigos, mas sabe que os dois precisam parar de viver apenas na culpa pelo que aconteceu.[36]
Gilgamesh quer suas armas de volta
A protorrelíquia recuperada provoca outro encontro com Gilgamesh. Ele exige de volta o que considera seu, e a disputa termina num confronto com Cloud e os companheiros.
Mesmo derrotado, continua interessado na espada do mercenário e nos artefatos que procura. Tenta entender por que suas próprias lembranças estão incompletas e insiste que não terá paz enquanto não recuperar o que perdeu.
Depois do encontro, Chadley apresenta uma hipótese: os objetos podem ser armamentos de uma matéria que não pertence à dimensão em que estão, e o guerreiro pode ser seu dono original. Ainda não tem certeza suficiente para recomendar que devolvam tudo.
A pesquisa termina ali por enquanto. Reunir informações continua sendo diferente de entregar imediatamente ao estranho todos os meios que ele exige.[37]
Cid recebe um novo destino
Resolvidos os encontros que decidiram aceitar, os amigos voltam à pista e chamam Cid. A próxima viagem será para Nibelheim, o nome murmurado pelo homem de manto e o lugar em que Cloud e Tifa cresceram.
O piloto considera a distância longa para o Tiny Bronco, mas não recusa o desafio. Já aceitou passageiros demais uma vez; agora confia que o avião também aguenta aquele percurso.
Nanaki embarca com os outros. Deixou o vale sabendo por que o pai não voltou para casa e levando a tarefa de continuar aprendendo sobre o mundo que quer proteger.
Cid prepara a partida. A equipe segue para a região de Nibel sem ter encontrado a matéria negra ou a localização que Cait pretende descobrir.[38]
Fontes e notas desta leitura
Esta narrativa resume os acontecimentos em palavras próprias. O roteiro da wiki contém The Watcher’s Verdict e Undying Wish, mas não cobre a chegada, a prova inteira, o interlúdio de Zack ou a partida. As lacunas foram conferidas nas transcrições disponíveis nos players das gravações e nos guias abaixo. As legendas automáticas podem grafar nomes de forma incorreta.
As quatro tarefas dos moradores e a investigação da protorrelíquia são opcionais. Respostas de afinidade também variam. O limite final é a partida com Cid para a região de Nibel. As fontes externas podem mostrar acontecimentos posteriores em outras seções, comentários e recomendações de vídeo.
- SourceSpy91, chegada à pista e PowerPyx, Homeward Bound. Pouso e caminho do vale; o material anterior na gravação não define sozinho a divisão de capítulos. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, retorno de Nanaki. Nome, voz, cartazes e autorização de entrada. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, intenção de ficar. Dever, captura pela Shinra e explicação do jeito de falar. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, apresentação de Bugenhagen e PowerPyx, Gadgets and Gizmos Aplenty. Idade, família e instrumentos do observatório. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, fonógrafo e relato de Tifa. Interpretações diferentes do rugido e resposta de Bugenhagen. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, planetário. Ciclo da vida, consumo de mako e pergunta de Tifa. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, perguntas e seminário. Resposta a Cloud, dificuldade de Tifa e convite ao festival. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, conversas na fogueira e GameFAQs, The River of Lights. Respostas alternativas, sem assumir uma única escolha como obrigatória. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, fala de Aerith. Experiência como Cetra, amizade e cerimônia. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, convite para a prova e PowerPyx, Ready or Not e Let the Trials Begin. Porta, regra e escolha de Barret. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, relíquia e primeiro espectro e GameFAQs, The Voice Within. Caverna, artefatos e reprimenda a Nanaki. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, altares e GameFAQs, altares e estátuas. Vozes, separações breves da dupla e história da caverna. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, três portões e PowerPyx, The First Gate, The Second Gate e The Third Gate. Correntes, oponentes e relações entre Gi e Cetra. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, confronto com Gi Nattak e GameFAQs, Gi Nattak. Chamas, maldições e contagem regressiva, sem estratégias. Voltar ao texto.
- Final Fantasy Wiki, The Watcher’s Verdict e SourceSpy91, Seto. Defesa do vale, flechas e proteção do filho. Voltar ao texto.
- Final Fantasy Wiki, continuação de The Watcher’s Verdict e SourceSpy91, decisão de Bugenhagen. Reconhecimento dos limites, saída e lágrimas de Seto. Voltar ao texto.
- Final Fantasy Wiki, convite de Gi Nattak e SourceSpy91, caminho do barco. Reunião, aparição percebida por Cloud e interesse de Yuffie. Voltar ao texto.
- Final Fantasy Wiki, Undying Wish. Barco, enjoo e conversa com Aerith. Voltar ao texto.
- Jason’s Video Games Source, The Vagaries of Fate, SourceSpy91, Biggs e Zack e GameFAQs, Interlude: Episode 5. Sobrevivência, vento e dificuldade de organizar os acontecimentos, sem explicação de mundos ou destino. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, Our Purpose. Cartaz, Kyrie, desânimo e conversa sobre propósito. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, Home e retorno ao barco. Marlene, Elmyra, suspeita de Zack e reação de Aerith. Voltar ao texto.
- Final Fantasy Wiki, Village of the Gi em Undying Wish e GameFAQs, Village of the Gi. Origem fora da Corrente Vital e confrontos pelo caminho. Voltar ao texto.
- Final Fantasy Wiki, origem da matéria negra e SourceSpy91, receio dos visitantes. Relato dos Gi, pedido de libertação e decisão de ouvir sem devolver o objeto. Voltar ao texto.
- Final Fantasy Wiki, pedido final em Undying Wish e SourceSpy91, retorno à caverna. Local dos Cetra, suspeita sobre Cait e despedida de Seto. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, terminal e local dos Cetra. Reaproveitamento do equipamento e correção de Bugenhagen sobre culto religioso. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, homem de manto e PowerPyx, Uninvited Guests. Fraqueza, nome de Nibelheim e escolha da rota aérea. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, Kamaria e os primeiros treinos e GameFAQs, Bonds of Trust. Aponi e começo disponível na chegada. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, história do acidente de Shani. Ferimento de Aponi, medo, conversa e acordo de recuperação. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, Caesar e as fotografias e GameFAQs, Absence of a Sign. Interpretação do estudioso e fotografia opcional com Aerith. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, pesquisa das fontes e GameFAQs, From Whence Life Flows. Preparação, medições e defesa dos acessos. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, reconhecimento de Bugenhagen. Medo das Weapons, desculpas e ligação que inicia o pedido seguinte. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, Gi e promessa de Nanaki e GameFAQs, Promises to Keep. Disponível após a pesquisa, explica a negociação de Seto e a busca de uma alternativa. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, reencontro com Nayo, Polk e Billy Bob. Trabalho nas fontes e início do relato de Midgar. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, lembranças da operação e Siliconera, confirmação sobre Wedge na investigação de Cosmo Canyon. Morte confirmada pela atividade opcional deste capítulo, sem concluir o destino de personagens de outros trechos. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, restauração e robôs. Ajuda de Chadley e quatro instalações. Disponibilidade regional conferida no PowerPyx. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, lembranças do Sétimo Paraíso e despedida. Sal, drinque, insegurança de Wedge e conversa de Barret com Tifa. Voltar ao texto.
- SourceSpy91, encontro ligado à protorrelíquia. Reivindicação, confronto e hipóteses de Chadley, sem completar investigações posteriores. Voltar ao texto.
- GameFAQs, The Wild, Blue Yonder e Chapter 10: End e PowerPyx, encerramento. Limite na partida para Nibel, sem pouso ou encontros da região seguinte. Voltar ao texto.